
Quando vier a primavera, se eu já estiver morta, as flores florirão da mesma maneira e as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim. Sinto uma alegria enorme ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma...
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo; e gosto porque assim seria mesmo se eu não gostasse... ...
O que for, quando for, é que será o que é.
Mentiras sinceras me interessam.
(CAZUZA )
Nenhum comentário:
Postar um comentário